Pare o que você está fazendo e se imagine em 1985.
O mundo via nascer um dos videoclipes mais icônicos e revolucionários de todos os tempos: "Take On Me" da banda norueguesa A-ha.
Quatro décadas se passaram desde que aquela garota entrou em um quadrinho e o vocalista Morten Harket pulou para o mundo real, mas o impacto visual e a energia contagiante da música continuam inigualáveis (Fonte: Jota Wagner/Música, 2025).
A Revolução da Animação Rotoscope
O que fez "Take On Me" entrar para a história não foi só o synth-pop chiclete, mas a sua técnica visual.
O diretor Steve Barron (o mesmo de "Billie Jean", do Michael Jackson) usou o Rotoscope, uma técnica de animação em que os artistas são desenhados quadro a quadro sobre filmagens reais.
O resultado? Uma narrativa de tirar o fôlego que misturava:
A vida real (a cafeteria e a garota).
Um mundo em preto e branco de quadrinhos (o herói da história).
A urgência e a energia da música.
O clipe não apenas catapultou o A-ha para o estrelato mundial, mas também elevou o padrão de qualidade e ambição dos videoclipes na era de ouro da MTV, provando que um vídeo podia ser uma obra de arte narrativa (Fonte: Jota Wagner/Música, 2025).
Legado Além dos Anos 80
Mesmo 40 anos depois, o clipe continua relevante, somando milhões de visualizações e inspirando novas gerações de artistas.
A canção, com seu famoso riff de sintetizador e o falsete de Morten Harket, é uma prova de que a música pop de qualidade e a inovação visual são imbatíveis.
Parabéns ao A-ha por nos dar esta obra de arte atemporal!
Qual é a sua cena favorita do clipe de "Take On Me"? A fuga na motocicleta ou a transformação final?
Emerson José
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