Em 1º de outubro, Dia do Idoso, Barbalha reforça a importância do Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003), que assegura direitos cruciais como saúde gratuita, transporte público sem custo e proteção contra abusos.
No município, iniciativas como o Centro de Convivência do Idoso, no bairro Bela Vista, atendem a centenas de idosos com atividades e consultas, mas filas em UBS e transporte limitado ainda são desafios que persistem.
Por que isso importa?
Como barbalhense que vê os avós do Cariri enfrentarem longas esperas por consultas ou dificuldades para se locomover, preocupa-me que direitos garantidos por lei nem sempre cheguem à prática. Saúde gratuita, por exemplo, significa acesso a medicamentos, mas em bairros como Populares, idosos esperam horas por atendimento. O transporte gratuito em ônibus municipais existe, mas não cobre áreas rurais de forma eficiente.
Minha proposta é expandir vans comunitárias para distritos como Arajara e criar mutirões de saúde itinerantes, a exemplo de Florianópolis (SC), onde UBS móveis otimizaram o atendimento, garantindo dignidade e cuidado a todos.
Panorama: No Brasil, cerca de 15% da população tem mais de 60 anos (dados recentes do IBGE).
Em Barbalha, com 75.033 habitantes (IBGE 2022), a população idosa é significativa e majoritariamente dependente do SUS. O Cariri segue a tendência nacional, onde o acesso pleno a todos os direitos do Estatuto ainda é um desafio. Cidades como Lisboa, em Portugal, com programas de transporte gratuito para idosos, reduziram significativamente o isolamento social, um modelo que Barbalha pode adotar para fortalecer a inclusão.
O que você faria para garantir que a fila para idosos na UBS de Barbalha fosse mais rápida e humana?
Emerson José
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