MEIO AMBIENTE - 📰 Proibição do Nim Indiano no Cariri: 4 Municípios Protegem a Caatinga Contra Espécie Invasiva
🌳 Pelo menos quatro municípios do Cariri – Crato, Barbalha, Brejo Santo e Mauriti – já proibiram o plantio do nim indiano (Azadirachta), uma árvore exótica invasiva que ameaça o bioma da Caatinga ao interferir na reprodução de espécies nativas, intoxicar insetos como abelhas e causar desequilíbrio ambiental.
A medida, impulsionada por leis municipais, visa preservar a biodiversidade local, com Crato aprovando um projeto de lei que veta o cultivo, notifica remoções e aplica multas de R$ 500 por descumprimento, aguardando a sanção do prefeito.
📜 Em Barbalha, a remoção começou em 2023, substituindo o nim por espécies nativas de portes variados;
Mauriti aprovou lei em 2021 para evitar degradação da Caatinga; e Brejo Santo implementou a proibição em 2025 para valorizar a flora local e o equilíbrio ecológico.
Em Juazeiro do Norte, projeto similar tramita na Câmara, propondo a substituição gradual por espécies nativas, após análise técnica.
📍 No Cariri, onde Crato, Barbalha e vizinhos lutam pela preservação do sertão seco, essas ações inspiram o povo a priorizar a natureza nativa, combatendo invasoras que crescem rapidamente e possuem raízes profundas, conectando comunidades à herança ambiental regional.
Você sabia? O nim indiano, introduzido no Brasil nos anos 1990 como ornamental, é uma ameaça séria que estudos acadêmicos apontam como invasora, impactando a fauna local e reduzindo a população de insetos polinizadores essenciais para a Caatinga.
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