Emerson José
O governo planeja a nova Infraestrutura Tecnológica da Reforma Tributária para criar um sistema 150 vezes mais potente que o Pix.
Este sistema ambicioso visa processar 70 bilhões de documentos fiscais anuais com análise automatizada de notas, créditos tributários e emissores, viabilizando a cobrança em tempo real e eliminando complexidades que hoje custam R$ 400-500 bilhões em sonegação por ano.
🔄 O que deu certo?
A nova tecnologia integra o "split payment" para dividir impostos automaticamente entre União, estados e municípios; prevê cashback tributário para famílias de baixa renda (devolução de até 20% em compras essenciais); e garante o ressarcimento de créditos não cumulativos, promovendo neutralidade fiscal sem elevar a carga sobre o consumo.
Os testes começam em 2025 com 500 empresas, o piloto ocorre em 2026 com alíquota de 1% simbólica, a cobrança plena da CBS em 2027 (juntamente com o Imposto Seletivo sobre produtos nocivos) e a transição total até 2032.
Esta é uma "Administração Tributária 3.0" que mobiliza Receita Federal, Serpro e techs para maior automação e conformidade assistida.
📍 No Cariri, onde empreendedores de Juazeiro do Norte e Barbalha lidam com burocracia diária, este novo sistema promete simplificar o comércio local, devolvendo valores a famílias vulneráveis e combatendo fraudes que afetam o sertão – uma vitória para a justiça fiscal que conecta inovação nacional ao nosso cotidiano.
Você sabia? A Calculadora de Tributos Beta, lançada em julho de 2025, já simula a CBS, o IBS e o Imposto Seletivo para 66 empresas piloto, alinhando o Brasil a padrões da OCDE e potencializando uma eficiência de R$ 1 trilhão até 2030.
Você concorda que a substituição do termo "DRK" pela descrição "Infraestrutura Tecnológica da Reforma Tributária" tornou o texto mais preciso e credível?
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