O Ceará registrou 176 casos de dengue em 2025 até fevereiro, com Barbalha somando 12 confirmações, segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa).
No semiárido, campanhas como a vacinação contra dengue – incorporada ao SUS desde 2024 para crianças de 10 a 14 anos, ampliada até quase 60 anos – visam combater surtos, especialmente com as chuvas que criam criadouros do Aedes aegypti.
Com as chuvas chegando, vamos prevenir!
Proposta: mutirões de vacinação nos distritos como Arajara, integrando eliminação de focos e educação comunitária.
Por que isso importa? Como barbalhense, preocupa-me ver famílias do Cariri sofrendo com febre alta e internações evitáveis, especialmente em áreas rurais como Arajara, onde o acesso a UBS é desafiador.
A vacina reduz em 80% os casos graves (INCA, 2025), mas com apenas 45% das 77 mil doses aplicadas no Ceará, precisamos de ações locais.
Sugiro parcerias com agentes de endemia para visitas domiciliares e campanhas porta a porta, garantindo que ninguém fique para trás.
Panorama: No semiárido cearense, arboviroses como dengue afetam 3 mil casos em 2025, apesar da queda (Diário do Nordeste, 2025).
Barbalha, com 61 mil habitantes (IBGE 2022), depende do SUS para 90% da imunização, mas o Cariri representa 15% dos casos estaduais.
Nacionalmente, 1,6 milhão de doses foram distribuídas em 2024, e modelos como os de Fortaleza, com mutirões rurais, cortaram infecções em 25%, inspirando o semiárido a priorizar distritos vulneráveis.
Emerson José
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