Enquanto motoristas tentam trabalhar, circular e manter seus veículos em dia, muitas ruas seguem recebendo calçamento de pedra tosca — um modelo ultrapassado, desconfortável e que mais parece castigo do que infraestrutura urbana.
Na prática, o que se vê são reclamações constantes: pneus rasgados; amortecedores danificados; alinhamento perdido; carros “batendo” como se estivessem em trilha off-road.
O problema não é apenas desconforto. É prejuízo direto no bolso do cidadão, que paga imposto e ainda arca com manutenção constante do veículo.
🔎 O PROBLEMA VAI ALÉM DO CALÇAMENTO
O discurso é sempre o mesmo: “é mais barato”.
Mas barato para quem?
Pedra tosca: não garante nivelamento adequado; gera poeira; dificulta acessibilidade; aumenta desgaste de veículos; exige manutenção frequente.
Ou seja: a conta volta — e volta maior.
🌍 EXEMPLO DE POLÍTICA PÚBLICA QUE FUNCIONA
📍 Sobral (CE)
O município substituiu progressivamente calçamentos irregulares por pavimentação intertravada e asfalto com base adequada, priorizando:
✔ conforto urbano
✔ durabilidade
✔ redução de custos futuros
✔ acessibilidade
📌 Fonte: Prefeitura de Sobral – Secretaria de Infraestrutura.
Infraestrutura bem feita não é luxo. É planejamento.
🧐 OPINIÃO DE EMERSON JOSÉ
Pedra tosca não é solução moderna, é remendo barato com custo alto para a população. O poder público precisa parar de pensar só na obra entregue e começar a pensar na vida real de quem usa a rua todos os dias. Rua boa não rasga pneu, não destrói carro e não transforma trajeto curto em sofrimento.
❓ RESPONDA VOCÊ:
Você acha justo pagar imposto e ainda gastar com prejuízo no carro por causa de calçamento mal feito?
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