Enquanto alguns municípios avançam e tratam a transparência como política pública séria, outros seguem fingindo que o consumidor não vê, não sente e não paga caro.
Em Natal (RN), a vereadora Thabatta Pimenta apresentou um projeto de lei simples, eficaz e absolutamente necessário: tornar obrigatória a utilização de mangueiras transparentes nos postos de combustíveis.
O objetivo é claro: garantir que o cidadão enxergue exatamente aquilo que está pagando.
Com a mangueira transparente, o consumidor pode acompanhar, de forma contínua e visível, o trajeto do combustível da bomba até o veículo, verificando a inexistência de bolhas de ar, resíduos ou interrupções no fluxo.
👉 menos espaço para fraude
👉 mais respeito ao bolso
👉 mais confiança na relação de consumo
🔎 O PROBLEMA VAI ALÉM DE UMA MANGUEIRA
A proposta levanta uma pergunta inevitável:
👉 por que medidas simples de transparência ainda encontram tanta resistência?
Durante anos, consumidores convivem com: possíveis fraudes invisíveis; fiscalização limitada; dificuldade de provar irregularidades; sensação constante de desvantagem na relação de consumo.
Quando o processo é visível, a fraude perde força.
🌍 EXEMPLO DE POLÍTICA PÚBLICA QUE FUNCIONA
📍 Natal (RN)
O projeto fortalece não só o consumidor, mas também órgãos como o PROCON, tornando a fiscalização mais ágil, visual e eficaz.
Transparência deixa de ser discurso bonito e vira prática diária.
Quem trabalha certo, não tem o que esconder. Quem não trabalha… a mangueira fala.
🧐 OPINIÃO DE EMERSON JOSÉ
A proposta não cria custos absurdos, não engessa o comércio e não inventa problema. Pelo contrário: combate fraudes, garante qualidade, fortalece a confiança e protege quem paga a conta todos os dias. Transparência não é favor concedido pelo poder público — é obrigação. E quando uma ideia funciona, pouco importa de onde veio. Importa para quem ela serve.
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